domingo, 7 de agosto de 2016

Stalkear faz parte!

Quando você quer fazer um "approach" e não está muito certo sobre como e quando acontecer, as redes sociais contribuem enormemente pra resolver isso. 

O ato permanece o mesmo: XERETAR, mas agora ganhou um nome refinado: STALKEAR.

Aquela xeretada básica no perfil do Facebook, nunca fez mal a ninguém.
Checar idade, estado civil, lugares que costuma frequentar, as últimas fotos postadas...
Após essa "visitinha" despretensiosa conseguimos as informações necessárias para organizarmos um método assertivo de aproximação.

Nunca isso é feito sozinho.
Há sempre aquele seu best friend que vira seu comparsa nessa investigação.

E eu tenho um amigo muito bom nisso.
Quando trabalhamos em conjunto, o resultado é excelente ! rsrsrs.

Ficou na incumbência dele, então, encontrar o perfil do rapaz.
Não demorou muito e o link já estava no meu celular.
Devido às restrições que podemos configurar na nossa conta, não havia muito que eu, como "espiã", pudesse ver.
Algumas fotos de trabalhos como modelo (lindíssmo, por sinal), poucos posts recentes e estado civil não especificado.

E aí vem aquela dúvida: adiciono ou não adiciono aos meus amigos?
Óbvio, que a única razão da dúvida em adicionar é o fato de ficar claro que estávamos stalkeando seu perfil.
Fora isso, a certeza de enviar a solicitação era nítida.

Enfim, foi!
Convite enviado.

Enquanto ele não é aceito, fica martelando uma pergunta: e agora, quando encontrá-lo novamente nos corredores, o que fazer?

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