Para muitos, o uso desses aplicativos é algo bastante natural.
Para mim, que nesse ponto me sinto bastante "quadrada" e tradicionalista, é preciso um tempo de adaptação.
Ainda mais por ser uma telespectadora assídua do programa Catfish!
Após assistir todos os episódios, de todas temporadas exibidas, cada caso desvendado faz você criar um receio gigantesco de trazer para o mundo real, um conhecido virtual.
Você determina sexo, idade, distância e, como num cardápio, suas opções são exibidas.
A didática é simples: gostou, clica no coraçãozinho. Não gostou, clica no xis.
Se a escolha for recíproca, formam um "match"! E, com isso, passa a ser permitido que se comuniquem no chat privado.
Alguns dias de uso e já algumas combinações feitas.
Uns se mostravam, digamos, arrependidos da escolha e desfaziam o match mais rápido que um piscar de olhos.
Outros, ficavam lá... Como itens numa estante a quem poderia recorrer em uma situação de emergência.
Poucos, bem poucos, puxavam assunto. E, a partir daí, é que veríamos se realmente a compatibilidade existia.
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